CULTURA

Declarações de Roger Schmidt, treinador do Benfica, na antevisão ao jogo com o Casa Pia, marcado para as 18h00 de sábado

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Roger Schmidt volta a falar da Liga dos Campeões: “É inacreditável”

Regresso ao campeonato: “Estamos felizes por voltar a jogar, porque ficámos desiludidos com o jogo de terça-feira. Por isso, é sempre bom jogar o próximo jogo. O Casa Pia é uma equipa que tem o mesmo treinador da temporada passada. É uma equipa muito boa e organizada, disciplinada, com muitos jogadores atrás da linha da bola. Nunca é fácil marcar-lhes golos, mas, na temporada passada, estivemos muito bem, especialmente, em casa. Amanhã, o objetivo é voltar a jogar à Benfica. Demos um pequeno passo atrás, na terça-feira. Agora, é altura de demonstrar uma reação muito boa em campo, com posse de bola, movimentos e criatividade. Temos de demonstrar a nossa qualidade para recuperar a bola e encontrar um adversário que não esteja 100% organizado. É assim que jogamos, normalmente, e, amanhã, será a solução para este jogo.”

O que falta na Champions: “É uma boa pergunta. Ninguém está feliz com a forma como os últimos dois jogos correram, e mesmo no primeiro, com o cartão vermelho e os dois penáltis… Mas nos últimos dois jogos, especialmente a segunda parte frente ao Inter e na última terça-feira, não estivemos no nosso melhor. Claro que temos de ter em conta que jogámos contra equipas muito boas, mas sabemos que podemos fazer melhor, até tendo em conta o que fizemos o ano passado a nível internacional. Temos de regressar ao que nos faz muito fortes, jogar de forma intensa e com a ligação habitual entre os jogadores. Isso não aconteceu e foi por isso que a Real Sociedad controlou o jogo. Não é isso que o Benfica quer mostrar, especialmente no Estádio da Luz. Neste momento não estamos ao nível que estivemos na época passada. Tínhamos jogadores em muito boa forma e esta época é diferente, temos jogadores novos, alguns lesionados… Podemos fazer melhor e é isso mesmo que temos de mostrar, não só amanhã mas também nos próximos jogos da Liga dos Campeões”.

Mudar a atitude: “É a pior fase na Liga dos Campeões. Não diria que é a pior no campeonato. Depois de perdermos o primeiro jogo, vencemos sete consecutivos. Talvez nem sempre tenhamos estado ao máximo, mas merecemos todas as vitórias. Na Liga dos Campeões, não podemos estar satisfeitos ao fim de três jogos sem pontos, nem golos. É inacreditável que seja o registo, neste momento. Falámos sobre isso. A maior deceção, na terça-feira, foi a nossa mentalidade, a falta de união dentro de campo e o espírito, no início. Uma das minhas tarefas é preparar sempre as equipas da melhor maneira para cada jogo. Quando jogamos como jogámos, tenho de perguntar a mim mesmo o que podemos fazer melhor. É claro que não pensei que estávamos perfeitos, caso contrário, seria uma vergonha. No final, o resultado não foi bom. Recordei-lhes do quão bom podemos jogar, mas também do que é necessário para jogar a um nível de topo. É responsabilidade de cada jogador, em cada momento, estar diferente. Temos de estar juntos, com e sem bola. Foi essa a chave para a nossa fantástica última temporada. Não há milagres. Sabemos o que temos de fazer, e, amanhã, vamos demonstrar uma face diferente.”

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