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FC Porto sofre injustiça que deixa qualquer um com inveja

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FC Porto
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O Conselho de Disciplina recordou os factos que aconteceram durante o Moreirense-FC Porto.

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol deu como factos provados o arremesso de engenhos pirotécnicos por parte de claques afetas ao FC Porto, que culminaram em ferimentos em “duas crianças”, uma de 10 e outra de 17 anos.

“O segundo petardo deflagrado no decurso da segunda parte do jogo [minuto 67], foi lançado para uma zona da Bancada Topo Norte, tendo atingido duas crianças, uma de 10 anos que ficou temporariamente sem audição em virtude do barulho do rebentamento do petardo e manifestou tonturas e vómitos, tendo sido assistida no Hospital de Guimarães, e outra de 17 anos, que ficou com uma queimadura superficial na perna, mercê de ter sido atingida por partes do referido petardo, tendo sido assistida pela equipa médica presente no estádio”, escreve o Conselho de Disciplina, em comunicado.

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Esta situação, segundo o mesmo órgão, constitui “perigo grave para a segurança dos espectadores que se encontravam nas bancadas para onde os referidos artefactos foram lançados”. Além disso, o relatório aponta para outros factos provados que justificaram a decisão, nomeadamente confrontos entre adeptos.

“Acresce, que durante o intervalo do jogo, um grupo de adeptos da FC Porto – Futebol, SAD, entre os quais alguns “Casuais”, alocados na Bancada Topo Norte, segregada exclusivamente aos adeptos daquela sociedade desportiva, junto do corredor da referida bancada, no espaço entre o bar e a casa de banho feminina, envolveram-se em agressões, sendo que um dos adeptos aí presentes desferiu um murro violento na face de outro adepto, que ao tentar fugir do local foi ainda agredido por mais dois adeptos da FC Porto SAD, que o agrediram mais uma vez com murros na nuca e nas costas”, lê-se no comunicado.

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