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Rúben Amorim da pior notícia possível para os adeptos “Sporting em sua PIOR fase”

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Rúben Amorim
© Getty Images
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Uma das frases centrais de Rúben Amorim desde que assumiu o comando técnico da equipe do Sporting é: “Todos os jogadores são importantes.” E, para dissipar qualquer dúvida, basta observar os dois primeiros jogos do campeonato, confirmando que o treinador do Sporting mantém firme essa filosofia.

De fato, considerando suas escolhas iniciais no jogo inaugural contra o Vizela e no jogo da última sexta-feira contra o Casa Pia, Rúben Amorim realizou quase metade de uma reestruturação na equipe.

Embora seja verdade que não pôde contar com Nuno Santos na primeira partida devido a motivos médicos, e que Daniel Bragança ficou de fora na segunda rodada, também por razões clínicas, o treinador está promovendo uma competição interna saudável no elenco. Isso significa mostrar aos jogadores que ninguém possui um lugar cativo no time titular, e que é durante os treinamentos ao longo da semana que o elenco oferece respostas concretas em relação às opções para o próximo jogo.

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É claro que existem exceções (cinco jogadores mantiveram suas posições de titulares de um jogo para o outro), e imprevistos médicos podem interferir nos planos do treinador, além de estratégias específicas que possam levar Rúben Amorim a optar por um jogador em vez de outro.

No entanto, o fato de ele ter diversas opções para cada posição, incluindo a versatilidade de alguns jogadores, permite fomentar a competição interna tão desejada e a batalha por um lugar no time titular. Isso começará hoje, quando o elenco retomar os treinos para se preparar para o jogo contra o Famalicão.

A atenção dada a garantir que todos os jogadores do elenco recebam tempo de jogo está relacionada à necessidade de manter a equipe em plena forma, garantindo que todos estejam prontos e em ritmo competitivo para entrar em campo sempre que necessário.

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Sete jogadores inabaláveis:

Entre o confronto com o Vizela e o duelo com o Casa Pia, apenas cinco jogadores se mantiveram como titulares nas escolhas de Rúben Amorim, que não fez mudanças na baliza (Adán continua como número 1) e na linha defensiva composta por Diomande, Coates e Gonçalo Inácio.

No meio-campo, apenas o japonês Hidemasa Morita permaneceu como titular, e no ataque, Pedro Gonçalves e o novo reforço Gyokeres.

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Melhoria nos gols sofridos:

Um aviso que Rúben Amorim enfatizou antes do Sporting dar o pontapé inicial no campeonato contra o Vizela foi a necessidade de consistência. Ele apontou que a equipe deveria se destacar não apenas em vitórias consecutivas, mas também em evitar gols sofridos.

Analisando as duas primeiras rodadas da liga, é certo que o Sporting apenas conhece a vitória, porém, ao fechar os caminhos para o gol, ainda busca maior coesão coletiva.

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Em resumo, foram dois gols sofridos contra o Vizela e mais um contra o Casa Pia, totalizando três gols em dois jogos – uma média desfavorável que destaca a necessidade de o treinador aprimorar ainda mais o processo defensivo da equipe.

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